Não é brincadeira. Fui entender ontem.
Sob crise de personalidade, acabei por encontrar respostas que fizeram do George Lucas um cara mais esperto.
Primeiro, o legal seria viver de acordo com o que nossas mães sempre quiseram que fôssemos: a criança mais comportada e limpa conhecida. As crianças mais comportadas e limpas que se conheciam eram sempre os modelos exemplares, elas estavam certinhas, os demais, errados. Juntaram-se a isso as ideologias católicas, e, então, fudeu.
Cutucar o nariz causava um sentimento de culpa inigualável, quando alguém flagrava o ato. Mentir, então, dava calafrios.
Aos poucos, e bem aos poucos, descobre-se que a vida é impossível de se concluir honestamente. Mentira, Jesus conseguiu, mas só ele, certo, mamãe?
Mentir pode ajudar, dissimular pode ser bom, fingir é melhor, às vezes. Como, então ser um Jedi e deixar o lado negro da força?
O melhor a se fazer é não ter consciência daquilo que se faz de errado, exemplo: não invente mentiras, acredite que todas as coisas absurdas saídas da sua boca são verdade memso que não sejam naquele exato momento, mas que um dia, não se sabe como, serão.
Assim, qualquer um pode ter a consciência limpa. É só não usá-la para nada. As crianças fazem muito bem esse tipo de coisa.
Caso você não seja uma criança e ainda queira ser Jedi, herói honesto, altruísta, etc, deve estar se pereguntrando: "e eu? O que faço, já que tenho consciência da mentira, do ódio, do medo?". Muito bem, você se sente maculado para entrar no hall dos mocinhos...
Agora é muito óbvio. Como já não há mais lugar de herói para você, quando não dá para se encaixar no papel do núcleo bom, seja vilão.
Evidentemente, é o melhor a se fazer. Existem duas escolhas: a da hipocrisia de ignorar os defeitos e tudo que exsiste de podre em nós e na sociedade; e a do reconhecimento que somos maus, podemos machucar e destruir pessoas sem fazer esforço nisso. Damos, então, continuidade a um ciclo de eventuais mancadas com os amigos, traições com pessoas amadas, hostilidades com familiares. Somos vilões.
A maior esperança que se tem após assumir o mal, apesar de ter nascido "no lado bom", é de que, um dia Luke venha nos salvar, com seu sabre celeste-ou-jádeo-cortante dizendo que somos bons, que ele sabe disso e não se importa daquilo tudo que fizemos, de quase tê-lo assassinado.
Que a conta da força esteja em dia com vocês.
Não falo bem o que escrevo. Não escrevo bem o que penso, apesar de escrever o que bem penso, pensando bem... não. Seria impossível. Penso mal.
sexta-feira, junho 23, 2006
sábado, junho 10, 2006
Liberdade
Ontem eu saí ,na verdade foi hoje pela madrugada, nas primeiras horas do dia, fui numa festa para me libertar.
Me libertar do quê, mesmo?
Ah, sim. A pressão, é claro.
A pressão dos estudos, dos trabalhos não entregues e incompletos, a de não ter mais roupas limpas no armário, além das não-passadas, tudo isso. Poderia dizer também aquilo já comentado: a segregação estética, a curtição da idade, os modelinhos sociais.
E, na festa, com haveria de ser, me libertei da tal pressão. Que bom.
____________________________________________________________________________________________________
Sexta-feira. De novo, dez reias, open bar. E eu vou, quero encher a cara. Eu vou, quero me divertir.
Longe dos problemas banais, levemente embriagado eu deixei o mundo das preocupações.
Quando entrei por aqule portão, me libertei de todos os compromissos sociais que existiam.
Passei a ser escravo da minha vontade.
Me libertar do quê, mesmo?
Ah, sim. A pressão, é claro.
A pressão dos estudos, dos trabalhos não entregues e incompletos, a de não ter mais roupas limpas no armário, além das não-passadas, tudo isso. Poderia dizer também aquilo já comentado: a segregação estética, a curtição da idade, os modelinhos sociais.
E, na festa, com haveria de ser, me libertei da tal pressão. Que bom.
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Sexta-feira. De novo, dez reias, open bar. E eu vou, quero encher a cara. Eu vou, quero me divertir.
Longe dos problemas banais, levemente embriagado eu deixei o mundo das preocupações.
Quando entrei por aqule portão, me libertei de todos os compromissos sociais que existiam.
Passei a ser escravo da minha vontade.
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